Publicado: 08/04/2012 por Edson José em Sem categoria

EDBLOG - O blog do Edson

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Está copa do mundo de 2014, hum… não sei não…  Acho que vamos pagar maior mico…

Todo país que é escolhido como sede da copa do mundo de futebol, os principais objetivos são: quantos estádios vão ser construidos, quais deverão ser reformados e quais os melhores meios de transporte para se locomover até os estádios, hotéis e aeroportos, entre algumas outras coisas. O que é absolutamente normal, mas no Brasil, faltando “apenas” cinco anos para a copa no Brasil, ainda não foram aprovados totalmente alguns projetos de alguns “gênios” brasileiros.

Um dirigente da FIFA esta semana, detonou o projeto do São Paulo em relação ao Morumbi. Pelo projeto apresentado o estádio ficaria só com 42 mil lugares disponíveis, mas isso foi rebatido pela diretoria dizendo que seria 62 mil. Mas como pode ter esta dúvida ainda? Já faz algum tempo que a FIFA anunciou que o Brasil seria sede da Copa…

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Debandada no Timão?

Publicado: 24/07/2009 por Edson José em texto
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Será que vamos perder mais jogadores? Esta é a pergunta que muito corintianos estão fazendo.

Com esse time vencedor que temos, foi muito díficil segurar até a venda de Christian e  André Santos. Possivelmente, Douglas também já era, mas a esperança que fica, é que iremos trazer outros jogadores do mesmo nível.

Já veio o Edu, já temos o Jucilei que vai ser um baita volante, tenho certeza disso, na lateral tem o Escudero e o Marcelo Oliveira.

Mas com certeza, temos que reforçar ainda mais o elenco.

Video da despedida  de Christian e André Santos:

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Foi uma final inesquecível para a Fiel. Nem a pressão dos mais de cinqüenta mil colorados no Gigante da Beira-Rio conseguiu segurar os guerreiros alvinegros. No mesmo Beira-Rio e diante do mesmo Inter que fulminou o sonho corinthiano de deixar o jejum no Campeonato Brasileiro de 1976. Na mesma Porto Alegre onde vivenciamos o pior momento da nossa história, naquele fatídico 02 de dezembro de 2007, onde fomos humilhados e reduzidos a pó pela queda para a segunda divisão. Havia um gostinho de revanche, impossível negar. Não havia outro cenário melhor para soltarmos o grito de Campeão!

Dezoito meses depois a redenção completa: Campeão da Série B com seis rodadas de antecipação; Campeão Paulista Invicto batendo com facilidade o favorito Tricolor e em seguida Campeão da Copa do Brasil contra o dito melhor Time do Brasil, sem sustos nem surpresas. Fomos altaneiros.

Mais uma vez o Corinthians mostrou sua grandeza e provou que é um gigante da superação e que como a ave mitológica Fênix, renasce das cinzas, como tantas vezes provou ao longo de sua gloriosa história.

E novamente com um time de brilho de menos e raça e determinação de sobra.

Um time com jogadores tecnicamente medianos, com alguns renegados e outros aparentemente acabados para o futebol: Felipe, crucificado após a derrota para o Sport ano passado, Elias, que não serviu no Palmeiras, Cristian, que foi dispensado do Flamengo, Jorge Henrique, que pouco brilhou no Botafogo, Alessandro, com passagens apagadas por Palmeiras, Flamengo e Santos, além de Ronaldo, que pela terceira vez haviam encerrado sua carreira e de Marcelo Oliveira, que ficou longe dos gramados por dois anos e quase teve a perna amputada em decorrência de uma infecção hospitalar, sem contar, é claro, com os Sacis e Souzas da vida.

Quem poderia acreditar que esse time chegaria tão longe?

Apenas uma tal de Fiel Torcida, um bando de loucos, doentes, apaixonados que em momento algum da história desse clube perdeu sua fé, seu amor, sua devoção.

E na frente desses soldados apareceu um certo Luiz Antonio Venker Menezes, comandante com um apelido bem apropriado: Mano. Inteligente, fora de campo calmo, comedido, moderado, amigo, administrador de egos, conciliador, mas valente, aguerrido, participativo e às vezes até exagerado ali no banco de reservas, como se além de comandar, também estivesse corpo a corpo no embate campal. Não precisou de muito para conquistar a fiel.

A reunião desses fatores, só podia dar no que deu: Um título sem sofrimento ou sobressaltos diante do poderoso e favorito Internacional de Bolívar, Kléber; Magrão, Guiñazu, D”Alessandro; Taison e Nilmar, que se curvou à eficiência e à garra dos heróis alvinegros.

A mim, que tive a felicidade de acompanhar a primeira batalha no Pacaembu, só se confirmou uma certeza:

Quando se tratar de Corinthians, nunca duvidem da força de uma Nação, do poder de uma Paixão que vai muito além da compreensão humana.

Isso é Corinthians!

Parabéns, Timão, rumo à conquista da América!

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É… O timão ganhou na segunda em 2008, ganhou o Paulistão em um domingo e da Copa do Brasil em uma quarta. Não tem divisão nem dia para ser feliz com esse clube, corinthians é pura emoção, é garra, é espírito de vencedor.

Todo corintiano deve ter em mente que é um vencedor por natureza, nasceu assim, então nunca deve desistir, nunca deve deixar a depressão tomar conta.

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Quando o Corinthians caiu, um amigo me disse que eu deveria mudar de time, que deveria ter vergonha de ser corintiano, que não deveria dizer que era corintiano para os outros, respondi assim somente:”Corinthians é uma verdadeira lição de vida”. E realmente o Timão provou esta frase, porque já chegamos aonde muitos duvidavam, antes falavam que o pessoal do Morumbi que eram os melhores, tudo bem, acabamos com eles; depois veio o Inter e falaram que eles eram os melhores do Brasil, tudo bem… detonamos eles também. E agora quem é melhor que nós? Cruzeiro? Talvez… Então, vamos a caça da raposa.

“Timão campeão”, esta é a melhor frase do ano.

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CAMPEÃO DOS CAMPEÕES

fonte Gazeta Esportiva

Os jogadores do Corinthians enfim puderam vestir as faixas de campeão da Copa do Brasil, que incomodaram o vice-presidente de futebol colorado Fernando Carvalho às vésperas da decisão contra o Internacional. O feito assegurado no final da noite desta quarta-feira, no estádio Beira-Rio, colocou o clube como o maior possuidor de títulos nacionais desde que os campeonatos passaram a abranger todo o país, em 1971.

Tricampeão da Copa do Brasil ao derrotar o Internacional na decisão de 2009, o time paulista totaliza agora sete conquistas, se também for contabilizado o seu tetracampeonato brasileiro. Superou, portanto, os seis troféus de São Paulo, Grêmio e Flamengo, que ainda reivindica a Copa União de 1987, não reconhecida pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

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Com a primeira conquista nacional sob o comando de Mano Menezes, o Corinthians também fez seus torcedores se esquecerem da maior decepção no ano passado. “A derrota para o Sport na final da última Copa do Brasil ficou para trás. Nosso time é mais maduro em relação ao ano passado e pronto para momentos decisivos”, já adiantava o treinador dias antes do confronto com o Internacional.

De fato, o Corinthians ganhou experiência em 2009. Principalmente porque conta com o atacante Ronaldo, que estreou pelo time justo na primeira rodada da Copa do Brasil, contra o Itumbiara. “A presença dele ajuda muito em momentos decisivos. É um jogador acostumado a ganhar grandes títulos, que sabe como conduzir o restante do elenco em retas finais de campeonatos. Ronaldo é Ronaldo”, enalteceu o zagueiro Chicão, antes de o astro reclamar do excesso de concentrações do técnico Mano Menezes.

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A troca proposta pelo comandante (menos períodos de reclusão pelo título da Copa do Brasil) foi firmada. “Mas o Corinthians não é apenas o Ronaldo. Para ele decidir, é preciso que a bola chegue com qualidade aos seus pés. E ela está chegando”, afirmou Mano Menezes, que se derrete em elogios a todos os seus titulares. “O time deu liga. Do Felipe ao Ronaldo.”

A chegada de Ronaldo não foi a única mudança em relação ao grupo vice-campeão da Copa do Brasil em 2008. Alessandro se firmou na lateral direita (era volante no ano passado), Cristian e Elias se intitulam como os “carrapatos” do meio-campo, Douglas virou referência no setor criativo e Jorge Henrique é chamado de “taticamente perfeito” pelo treinador.

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Na defesa, no entanto, continuaram Felipe, Chicão, William e André Santos. Com a proteção dos quatro, o Corinthians foi a equipe menos vazada das últimas competições que disputou. Também foi campeão da Série B do Campeonato Brasileiro, do Campeonato Paulista e agora da Copa do Brasil. “Nossa defesa está se consagrando porque todo o time ajuda na marcação”, dividiu os méritos o goleiro Felipe.

Os reservas e os torcedores do Corinthians também são merecedores dos louros, segundo Mano Menezes. “Nossa torcida é diferente. Apoia o tempo todo. No campo, temos muitos titulares, não apenas 11. Recorro ao banco quando o time que mais atua não vem rendendo e a gente se sai bem. Foi assim no Campeonato Brasileiro, quando precisamos preservar muitos do elenco”, afirmou o técnico, já entusiasmado para aumentar o número de títulos nacionais.

Video muito legal, desde a estréia na Copa do Brasil até faltarem 90 minutos:

Os gols e muita festa no final da Copa do Brasil 2009:

Ser Corintiano é bom demais, só isso…

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O Corinthians conquistou o primeiro torneio que disputou depois de retornar à Primeira Divisão nacional. E sem perder uma partida sequer. Neste domingo, no Pacaembu, a equipe do Parque São Jorge assegurou o seu quinto título invicto do Campeonato Paulista ao empatar por 1 a 1 com o Santos, gols de Kléber Pereira e André Santos.

O último campeão invicto do Paulistão havia sido o Palmeiras, em 1972. Para repetir esse feito, que o Corinthians já havia alcançado em 1914, 1915, 1929 e 1938, o time comandado por Mano Menezes totalizou 49 pontos na competição, 13 vitórias e dez empates. O Santos se despediu com 44, total de 14 resultados positivos, cinco negativos e quatro igualdades.

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Em festa pela conquista deste final de semana, o Corinthians não terá muito tempo para comemorar. Enfrentará o Atlético-PR já nesta quarta-feira, novamente no Pacaembu, precisando de uma vitória simples para avançar na Copa do Brasil. A estreia no Campeonato Brasileiro será no domingo, contra o Internacional. O Santos enfrentará outro time gaúcho no mesmo dia, o Grêmio.

A decisão – O Santos fez reconhecimento de campo no momento em que centenas cheerleaders da Federação Paulista de Futebol (FPF) se apresentavam ao público. Bastante vaiado pelos corintianos, o time comandado por Vágner Mancini caminhou distante do troféu exposto pela Federação Paulista de Futebol (FPF) e sumiu em meio às garotas, vestidas com saias e tops de todas as cores.

Após finalmente se desvencilhar da aglomeração de cheerleaders para voltar ao vestiário do Pacaembu, os santistas mostraram habilidade para também driblar os corintianos quando a partida começou. Torcedores mandantes cantavam mais alto (os organizados ainda desfraldavam bandeirões; os desorganizados tremulavam bandeirinhas de plástico), mas o time mais ofensivo no início do clássico era o adversário.

Logo no primeiro minuto, o centroavante Kléber Pereira mostrou a mesma falta de pontaria do domingo passado e isolou a bola à frente do goleiro Felipe. Mais bonito fez o meia-atacante Paulo Henrique Lima, agora de visual careca, quando passou por uma série de marcadores na intermediária e deixou alguns corintianos também descabelados nas arquibancadas.

Contando com a destreza de Paulo Henrique e, principalmente, a velocidade de Madson, Kléber Pereira conseguiu se redimir dos gols que perdeu recentemente. Aos 26 minutos, no instante em que a torcida do Santos já fazia o canto ao “time da virada” audível no estádio, o veterano invadiu a área e foi derrubado por Felipe. Pênalti, que ele mesmo cobrou com categoria: 1 a 0.

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O técnico Dunga chegou ao camarote da FPF no Pacaembu quando os santistas ainda comemoravam. Obsessivo para ser convocado à seleção brasileira, o lateral-esquerdo André Santos ironicamente empatou a partida cinco minutos depois. Dentinho avançou com velocidade pela lateral esquerda aos 33 e passou a bola para o companheiro chutar forte. Fábio Costa aceitou. Festa corintiana no Pacaembu.

Se antes começava a se desesperar com o árbitro Sálvio Spínola Fagundes Filho, que havia interrompido um ataque do Corinthians para trocar a bola murcha, a torcida da casa esqueceu das reclamações e ficou eufórica após o gol de André Santos. O Santos precisava agora de ao menos uma goleada por 4 a 1 para ser campeão paulista. Ao lado de Dunga, no entanto, o presidente corintiano Andrés Sanchez mantinha a cautela: “Não está nada ganho”.

Mesmo com a necessidade de marcar gols, Vágner Mancini não fez nenhuma substituição no intervalo (assim como Mano Menezes). A única mudança na equipe do Santos eram as chuteiras de Neymar, vermelhas no primeiro tempo e verdes, bastante chamativas, no segundo. O discreto Jorge Henrique, contudo, ficou mais em evidência quando o jogo recomeçou. Quase virou o placar com um chute forte e uma cabeçada, aos oito e dez minutos.

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Mancini resolveu tomar providências no decorrer do segundo tempo. Trocou Neymar, que não passou de promessa na decisão, Luizinho e Paulo Henrique Lima por Maikon Leite, Molina e Robson. Não adiantou. Abatido em campo, o Santos passou a distribuir faltas enquanto a torcida do Corinthians gritava “olé” para a troca de passes de sua equipe. Os berros foram de “é campeão” a partir dos 32 minutos.

O entusiasmo ficou mais intenso porque o zagueiro Domingos, chamado de “louco” por Ronaldo após uma dividida, foi expulso. O astro corintiano ainda acabou interceptado por um torcedor antes do final da partida, que invadiu o gramado para abraçá-lo pela conquista. O restante do time fez o mesmo ao término do Campeonato Paulista.

Fonte: Gazeta Esportiva

Ronaldo se consagra no clássico

Publicado: 09/03/2009 por Edson José em notícias
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O que dizer de um cara desses, quase sem palavras, não precisa escrever muita coisa, em 30 minutos fez muito mais do que todos os outros jogadores em campo. Destino, iluminado, fenômeno, etc… Não há adjetivos para descrever uma cena como aquela ontem no jogo, simplesmente fantástico, isto é fenomenal.

Ainda vamos comemorar muitos gols e jogadas do grande craque.

Ronaldo entrou em campo no segundo tempo para decidir o clássico deste domingo, no estádio Eduardo José Farah, o Prudentão. Após o meia Diego Souza abrir o placar para o Palmeiras com falha do goleiro Felipe, o atacante marcou de cabeça o gol do empate do Corinthians por 1 a 1.

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Com o resultado, o Palmeiras manteve a liderança do Campeonato Paulisa com 29 pontos ganhos, contra 26 do Corinthians, que tem um jogo a mais em relação ao rival. Na próxima rodada, quarta-feira, o time de Wanderley Luxemburgo visitará o Ituano. O de Mano Menezes receberá o São Caetano no mesmo dia.

O JOGO

A animação que antecedeu o clássico entre Palmeiras e Corinthians diminuiu bruscamente com o início da partida. Após as duas equipes aquecerem sob calor de quase 40º C, em meio a apresentações de uma dupla country e das cheerleaders da Federação Paulista de Futebol (FPF), o jogo foi frio no primeiro tempo.

Aos dois minutos, os torcedores do Palmeiras anda tinham fôlego para reclamar de pênalti sobre o meia Diego Souza, que caiu na área adversária. Já os do Corinthians comemoraram como um gol quando o volante Elias colocou a bola entre as pernas de seu marcador. Depois, o público se calou para assistir à partida que não merecia muita atenção.

O Corinthians tinha mais presença ofensiva, mas não chegava a criar oportunidades claras para marcar o gol. O atacante Jorge Henrique parecia não sentir o calor e corria bastante pelo lado direito do campo. O problema é que foi um dos jogadores com maior média de passes errados do time. Para piorar, o meia Douglas estava (de novo) visivelmente desgastado. Souza produzia o habitual: muito pouco.

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Do banco de reservas, vez ou outra levando a mão à cabeça para enxugar o suor, Ronaldo lamentava cada erro do ataque corintiano. No setor família do Prudentão, o astro conseguia fazer corintianos e palmeirenses concordarem. “O Ronaldo gordo é melhor do que o Jorge Henrique e o Souza juntos”, gritou um torcedor do Corinthians. “É mesmo”, sorriu um do Palmeiras.

A referência ofensiva da equipe de Wanderley Luxemburgo, no entanto, também estava ofuscada na partida. Durante o primeiro tempo, Keirrison acertou passes, mas praticamente não finalizou. Com espaço para avançar pela direita, Fabinho Capixaba demonstrava inspiração ainda menor. Coube ao zagueiro Maurício Ramos incomodar Felipe, com uma cabeçada após cobrança de escanteio. O goleiro espalmou.

Mesmo depois que o árbitro Cleber Wellington Abade paralisou a partida para hidratação dos jogadores, o confronto continuou morno. Nas arquibancadas, já havia quem passasse mal por causa da temperatura elevada. “Alguns estão asim por causa do jogo”, ironizou um torcedor. Constatação que não fez nenhum dos técnicos promover substituições no intervalo.

Só mesmo um gol para reanimar a partida. E foi o que ocorreu logo aos três minutos do segundo tempo, com grande colaboração de Felipe. Keirrison levantou a bola na área e o goleiro do Corinthians acabou encoberto pelo “morrinho artilheiro”. Diego Souza aproveitou a falha, cortou para dentro da área e abriu o placar. A torcida do Palmeiras agradeceu: “Felipe! Felipe! Felipe!”.

Naquele exato momento, a temperatura finalmente reduzia em Presidente Prudente. O Corinthians tentou responder rapidamente, tanto dentro de campo como nas arquibancadas, mas logo o Palmeiras retomou o controle do jogo. Mano Menezes, então, entrou em ação. Souza deixou o gramado vaiado para a entrada de Dentinho.

Uma outra substituição entusiasmou ainda mais os corintianos. O quarto árbitro precisou olhar para as costas de Ronaldo para ver o seu famoso número nove no uniforme. A torcida do Palmeiras provocou, lembrando com música do episódio em que o atacante se envolveu com travestis. Mas acabou encoberta pela euforia dos corintianos.

Ronaldo entrou no lugar de Escudero, que polemizou bastante com o Palmeiras em sua passagem pelo Parque São Jorge, mas neste domingo só faltas cometeu. Pelo Palmeiras, Luxemburgo trocou Diego Souza e Sandro Silva por Willians e Jumar. Após as mudanças, o Corinthians passou a jogar no campo de ataque do rival. E a sofrer com os contragolpes.

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Ronaldo tentou como pode reverter o placar para o Corinthians. Reclamou com a arbitragem, esboçou fintas e foi o responsável pela jogada mais plástica de sua equipe no jogo. Aos 33 minutos, o atacante driblou a marcação na intermediária e chutou com força. Acertou o travessão! Depois de Fabinho Capixaba ser expulso no final do clássico, o Fenômeno aproveitou cobrança de escanteio para marcar de cabeça o gol de empate. Correu para comemorar com a torcida, como mais um louco no bando.

Estréia de Ronaldo

Publicado: 05/03/2009 por Edson José em notícias
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Não importava o resultado, não importava a sua total condição física, não importava se fizesse gol, o fato mais importante da noite em Itumbiara, município de Goiás, foi a volta do Fenômeno.

Jogou apenas 27 minutos, mas que entraram para história,  muitos críticos dizesseram um  monte de asneiras, como sempre, mas 1 ano e 20 dias sem jogar uma partida oficial, é muito complicado, e a comissão técnica está vendo tudo nos treinamentos, não iriam colocar ele sem condições em campo.

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Por onde Ronaldo passa, tem euforia. E na última quarta-feira, em Itumbiara, não foi diferente. Ou melhor, foi fora do normal.

Para conseguir entrar e sair do gramado, o atacante teve de ser escoltado por seguranças, tamanha a quantidade de repórteres e curiosos que queriam uma palavra do craque. Até mesmo um simples aquecimento do jogador deixou a partida em segundo plano, momentos antes da sua entrada.

Ao final, uma microfonada no olho acabou com a paciência do Fenômeno. Nesta quinta-feira, em coletiva de imprensa, ele confessou que ficou assustado.

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Dos clubes que Ronaldo defendeu antes de ir para o Corinthians, só o Milan se pronunciou oficialmente sobre a volta do jogador. Em seu site oficial, a agremiação italiana publicou nota nesta quinta-feira desejando boa sorte ao Fenômeno.

“Treze meses depois da contusão no joelho na partida do campeonato no San Siro entre Milan e Livorno, Ronaldo voltou ontem (quarta) à noite aos gramados, no segundo tempo de uma partida do Corinthians válida pela Copa do Brasil”, iniciou o clube rubro-negro.

“O campeão brasileiro, a quem todos os torcedores do Milan desejam muita sorte, entrou aos 22 minutos do segundo tempo do jogo contra o Itumbiara, vencido pela sua equipe por 2 a 0”, completou.

O Milan foi o último clube de Ronaldo antes da chegada ao Timão. Foi defendendo o time italiano, em jogo contra o Livorno, que, no dia 13 de fevereiro do ano passado, o atacante sofreu a contusão no joelho esquerdo que o deixou longe dos gramados até a partida em Itumbiara.

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Em entrevista à TV Globo, o Fenômeno disse ainda não ter certeza sobre quanto tempo consegue ficar em campo em boas condições físicas, mas afirmou que tem fôlego suficiente para mais de 45 minutos de futebol.

Estou entusiasmado para participar do primeiro clássico. Não sei o quanto aguento, mas é mais que um tempo. É muito diferente entrar no segundo tempo, porque os outros já estão no ritmo. Mas já estou tão feliz pelo meu retorno que não quero fazer polêmica sobre começar jogando ou no banco”, afirmou o centroavante.

Agora é esperar pela evolução natural de Ronaldo, o Fenômeno.